quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

DNS

O DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:
  • Examinar e atualizar seu banco de dados.
  • Resolver nomes de domínios em endereços de rede (IPs).
O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984, e com ele, os nomes de hosts residentes em um banco de dados pode ser distribuído entre servidores múltiplos, diminuindo assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele. Este tipo de servidor usa como porta padrão a 53.
A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.
A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.
O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.
O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário.
Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.


Correio Eletrônico

Um correio eletrônico (português brasileiro) ou correio electrónico (português europeu) (AO 1990: correio eletrônico ou correio eletrónico) ou ainda e-mail ou correio-e é um método que permite compor, enviar e receber mensagens através de sistemas eletrônicos de comunicação. O termo e-mail é aplicado tanto aos sistemas que utilizam a Internet e são baseados no protocolo SMTP, como aqueles sistemas conhecidos como intranets, que permitem a troca de mensagens dentro de uma empresa ou organização e são, normalmente, baseados em protocolos proprietários.

CCITT

O CCITT (Comite Consultivo de Telefonia e Telegrafia Internacional) é o orgão responsável pelo estudo técnico de questões relativas a operação, tarifação e elaboração de recomendações para padronizar as telecomunicações a nível mundial.
A recomendação V.32bis foi preparada pelo Grupo de Estudos XVII e foi aprovada pela Resolução No.2 em 22 de Fevereiro de 1991.

Backbone


Backbone

No contexto de redes de computadores, o backbone (backbone traduzindo para português, espinha dorsal, embora no contexto de redes, backbone signifique rede de transporte) designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente de elevado desempenho.
Por exemplo, os operadores de telecomunicações mantêm sistemas internos de elevadíssimo desempenho para comutar os diferentes tipos e fluxos de dados (voz, imagem, texto, etc). Na Internet, numa rede de escala planetária, podem-se encontrar, hierarquicamente divididos, vários backbones: os de ligação intercontinental, que derivam nos backbones internacionais, que por sua vez derivam nos backbones nacionais. Neste nível encontram-se, tipicamente, várias empresas que exploram o acesso à telecomunicação — são, portanto, consideradas a periferia do backbone nacional.
Em termos de composição, o backbone deve ser concebido com protocolos e interfaces apropriados ao débito que se pretende manter. Na periferia, desdobra-se o conceito de ponto de acesso, um por cada utilizador do sistema. É cada um dos pontos de acesso (vulgarmente referidos como POP's) que irão impor a velocidade total do backbone. Por exemplo, se um operador deseja fornecer 10 linhas de 1 Mbit com garantia de qualidade de serviço, o backbone terá que ser, obrigatoriamente, superior a 10 Mbit (fora uma margem especial de tolerância).
Dos protocolos tipicamente utilizados destacaram-se o ATM e Frame Relay, e em termos de hardware, a fibra óptica e a comunicação sem fios, como transferências por microondas ou laser.
Atualmente, a principal tecnologia usada nas redes de transporte é a SONET / SDH , embora outras tecnologias, como a Carrier Ethernet, estejam a ser investigadas.
Pouca gente sabe, mas se não fosse pelo Backbone, provavelmente não teríamos acesso à Internet em nossas casas, empresas, nos shoppings e outros ambientes. Backbone significa “espinha dorsal” e é o termo utilizado para identificar a rede principal pela qual os dados de todos os clientes da Internet passam. É a espinha dorsal da Internet.

Esta rede também é a responsável por enviar e receber dados entre as cidades brasileiras ou para países de fora. Para que a velocidade de transmissão não seja lenta, o Backbone utiliza o sistema “dividir para conquistar”, pois divide a grande espinha dorsal em várias redes menores.
Para simplificar, quando você envia um e-mail ou uma mensagem pelo MSN, as informações saem do seu computador, passam pela rede local e depois “desaguam” no Backbone. Assim que o destino da mensagem é encontrado, a rede local recebe os dados para então repassar para o computador correto.

Para entender melhor o conceito, pense no Backbone como uma grande estrada que possui diversas entradas e saídas para outras cidades (redes menores). Nesta estrada trafegam todos os dados enviados na Internet, que procuram pela cidade certa a fim de entregar a mensagem.

No Brasil, as empresas prestadoras deste serviço são: BrasilTelecom, Telecom Itália, Telefônica, Embratel, Global Crossing e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).


Assinatura


Assinatura

Uma assinatura ou firma é uma marca ou escrito em algum documento que visa dar validade a ele ou identificar a sua autoria.
Uma assinatura digital possui a mesma função de uma assinatura comum. A diferença está no fato dela ser usada para confirmar a validade de um documento eletrônico, muitas vezes transmitido pela internet ou por alguma rede de computadores. Esta assinatura é uma operação matemática criptografada, de modo que cada assinatura está relacionada apenas a um documento, sendo que qualquer alteração neste documento, por menor que seja, invalida a assinatura.


Cracker


Cracker

Existem duas definições diferentes para este termo.
Na primeira, o cracker é um vândalo virtual, alguém que usa seus conhecimentos para invadir sistemas, quebrar travas e senhas, roubar dados etc. Alguns tentam ganhar dinheiro vendendo as informações roubadas, outros buscam apenas fama ou divertimento. Na hierarquia Hacker o Cracker está acima do Lamer (que sabe muito pouco) mas abaixo do Hacker, que é alguém de mais maturidade, que ao invés de usar seu conhecimento para destruir tudo que vê pela frente, o utiliza para construir coisas, desenvolver novos sistemas (principalmente de código aberto) etc.
Uma segunda definição, mais branda, é alguém que quebra travas de segurança de programas e algoritmos de encriptação, seja para poder rodar jogos sem o CD-ROM, ou gerar uma chave de registro falsa para um determinado programa, quebrar as travas anti-cópia usadas em alguns softwares, quebrar o sistema de encriptação do DVD (este último realmente importante, pois permitiu que os usuários do Linux e outros sistemas não Windows pudessem assistir DVDs). Ou seja, nesta segunda definição o Cracker é alguém na margem da lei, cujas ações ainda são ilegais, embora muitas vezes eticamente justificáveis (os usuários têm direito a fazer cópias de CDs legalmente comprados, tem direito de assistir DVDs no Linux e assim por diante).
Ciberespaço é um espaço de comunicação em que não é necessária a presença física do homem para constituir a comunicação como fonte de relacionamento, dando ênfase ao ato da imaginação, necessária para a criação de uma imagem anônima, que terá comunhão com os demais. É o espaço virtual para a comunicação disposto pelo meio de tecnología.
Apesar da internet ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e sua natureza de hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias: celular, pagers, comunicação entre rádio-amadores e por serviços do tipo “tele-amigos”, por exemplo. (JUNGBLUT, 2004; GUIMARÃES JR., 1999).
Também conhecido como Cyberespaço, termo muito comum na ficção científica, possui variações para vários outras denominações referente à Internet, Cyberpoeta, Cyberpunk e outros mais.